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Risco Contínuo

Estrada dos bravos, blog dos livres

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23
Jan11

Cartão vermelho ao regime!


Pedro Quartin Graça


Portugueses decretam "expulsão" do Regime!

Que venha qualquer outra coisa porque o que existe já não serve. É este o recado muito claro e dado de forma expressiva pelos Portugueses hoje nas Eleições Presidenciais. Com Portugal "partido ao meio", o Regime, esse, foi humilhado como nunca antes havia acontecido na história da democracia portuguesa.

Só com grande descaramento é que o Presidente Cavaco, ora reeeleito, se pode arvorar de o ser "de todos os Portugueses". É-o apenas de uma facção, cada vez menor e cada vez mais descontente. Agora é necessário que se retirem consequências do resultado hoje manifestado nas urnas sob pena de, se tal não acontecer, coisas muito graves se poderem vir a verificar a curto prazo na sociedade democrática portuguesa.

22
Jul09

Habitualmente associamos os “custos da democracia” ao financiamento dos partidos, à logística do processo eleitoral e às despesas dos órgãos de soberania: perfeitamente aceitáveis se devidamente transparentes e regulados. No entanto, o mais pernicioso dano colateral do regime é o do poder quando não resiste à vertigem eleitoralista e hipoteca a “rés publica” em beneficio da propaganda. A poucos meses de eleições, quando a esmola é grande, o pobre do eleitor deveria desconfiar... do custo de cada reforma inacabada, de cada obra prometida, emprego mantido ou angariado.

05
Mai09

Para sossego da clientela regimental e da letargia mental a que o português é tão atreito, o debate político está devidamente amestrado pela asfixiante agenda dominante. Só assim se justifica discrepância que encontramos nos temas abordados e debatidos nos meios tradicionais e na blogosfera.
Dou como exemplo a malquista “questão do regime”: a poucos meses do inicio das festividades do Centenário República, parece-me muito estranho e lamentável que esse relevante debate que encontramos amiúde em grandes blogues nacionais como o Insurgente, Portugal Contemporâneo,  o Corta-fitas e o Combustões (só para mencionar os mais populares e artigos mais recentes), não transpareça minimamente nos meios de comunicação tradicionais.

 

07
Dez08

O mais grave não é trinta e tal deputados da nação baldarem-se a uma votação candente. O mais grave não é a amigável distribuição de casas às clientelas pelo maior município nacional. O mais grave não é institucionalizada promiscuidade entre a politica e os negócios. O mais grave não é o peso das autarquias na criação e distribuição de emprego.
Não, o mais grave é mesmo o conformismo com que as nossas anestesiadas gentes aceitam este seu medíocre destino.
 

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