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Risco Contínuo

Estrada dos bravos, blog dos livres

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Estrada dos bravos, blog dos livres

05
Out09

Votar no PS em Lisboa é votar numa cidade sem aeroporto


Pedro Quartin Graça

O candidato social-democrata à Câmara de Lisboa, Santana Lopes, afirmou hoje que votar no PS nas autárquicas é votar numa cidade sem aeroporto, uma possibilidade que está disposto a combater, mas "sem guerra" ao governo. Em declarações aos jornalistas em Alcochete, junto ao local onde será construído o novo aeroporto, o cabeça-de-lista da coligação Lisboa com Sentido (PSD, CDS-PP, MPT, PPM) afirmou que “qualquer lisboeta que se preze sabe que é mau Lisboa ficar sem aeroporto”. “Se fosse eleita a outra equipa [do PS], o cenário está traçado: concordância com a saída do aeroporto de Lisboa. É isso que os lisboetas têm que pensar e ponderar, ter isso bem presente na hora em que forem votar”, afirmou.

As consequências da desactivação da Portela, afirmou, far-se-iam sentir “na hotelaria, no comércio, na mobilidade, no dia-a-dia dos lisboetas, da cidade como um todo” e significariam “tirar emprego e investimento da cidade”. “Temos que nos revoltar”, defendeu, ressalvando que se for eleito, não faz tenções de “entrar em guerra com o governo” mas também não está disposto a transigir. Por isso, pediu votos para “dar força a esta posição, por causa das negociações que terá que haver com o governo que tomar posse”. O facto de as deslocações do novo aeroporto para o centro da cidade irem demorar “duas ou três vezes mais, quase bastaria para o sentido de voto não poder ser na equipa que dirige actualmente a Câmara”, disse. “Tenho a certeza que o aeroporto vai continuar em Lisboa se a câmara for firme nos próximos quatro anos.

Era o que faltava que Lisboa não tivesse direito a um aeroporto, mas se o governo insistisse, teríamos outros instrumentos, como a consulta directa à população”, declarou. Para Santana Lopes, é ponto de honra que os voos de curto e médio curso continuem a aterrar e levantar da Portela, e o candidato prometeu continuar a dizer “não” ao governo quanto à hipótese de o aeroporto acabar. Numa época em que a capital “tem perdido força, população, tem-se desvitalizado, o processo tem que ser ao contrário”, afirmou, reiterando que é preciso “enriquecer Lisboa, dar razões às pessoas para investirem”. Ao governo, recomendou “prudência”, sem “acelerar a construção” do novo aeroporto em Alcochete, que pode ir sendo construído por módulos. Afirmou que a Portela tem margem para expansão, ou para Camarate ou para a zona da base militar de Figo Maduro, por exemplo, sugeriu.

02
Out09

TVI diz que Costa está à frente de Pedro Santana Lopes


Pedro Quartin Graça

Na primeira sondagem pré-eleitoral realizada pela «TVI» tendo em vista a luta autárquica de Lisboa aponta para a vitória do actual presidente da câmara: António Costa. Santana Lopes já reagiu a esta projecção, afirmando que «deve ser verdadeira e corresponde à realidade das pessoas neste momento». No entanto, o candidato está confiante que está «no bom caminho» para recuperar e lembra que, «em 2001, também estava atrás» nas sondagens. Os resultados da projecção segundo a Projecção da Intercampus após voto em urna dão a António Costa 41,4%, deixando a coligação de Santana Lopes nos 33,1%. A CDU fica em terceiro lugar, com 10,4%, o Bloco não ultrapassa dos 8,3%.

02
Out09

Santana Lopes não se cala, e faz bem!


Pedro Quartin Graça

Pedro Santana Lopes afirmou esta sexta-feira, após o conselho do seu adversário do PS, que «não se cala» sobre o Parque Mayer e que António Costa anda «nervoso» e, por isso, deve ter «cuidado».

As declarações foram feitas aos jornalistas, à margem de uma arruada no Lumiar. «António Costa deve estar enganado quando pensa que uma ordem dele me faria calar sobre qualquer assunto», acrescentando, logo em seguida, que não tem «qualquer razão para ficar calado». Segundo escreve a agência Lusa, Santana reiterou que António Costa já anunciou «sete vezes nos últimos quatro meses» o início de obras no Parque Mayer e «nada começou». E sem medo de mais conselhos reafirmou que está ser promovido um festival que «custa quarenta mil euros por dia», pago «com o dinheiro do contribuinte quando devia ser pago pelo orçamento de campanha do Partido Socialista».

Uma boa sondagem Com alguma ironia acrescentou: «Hoje até vai sair uma boa sondagem para ele...foi infeliz quando falou do IPO, foi infeliz quando falou de questões criminais no Parque Mayer. Excede-se e se se excede é porque anda nervoso. Eu, com uma sondagem que me desse oito ou nove pontos de vantagem, só cantava de manhã à noite. Ele não, ele ataca de manhã à noite. Porque será?», questionou.

 

«Panela de interesses»

 

Já ontem à noite, Pedro Santa Lopes, num jantar com cerca de 350 candidatos da lista Lisboa com Sentido, que junta PSD, CDS-PP, MPT e populares monárquicos, tinha feito um forte ataque à «panela de interesses» entre socialistas no governo e na autarquia da capital, num discurso virado para o interior da coligação, escreve a Lusa. «Eles sabem que não somos como eles, porque não funcionamos na lógica de conveniência e conivência em que eles funcionam. Em Lisboa hoje está montada uma panela de interesses entre o governo do Partido Socialista e a Câmara governada pelo PS. Os lisboetas nem sonham o que se vai passando nas suas costas», acrescentou.

Frente a representantes de candidaturas a 27 freguesias da zona central e oriental da cidade, em que participou também Carlos Carreiras, o presidente da distrital de Lisboa, Santana Lopes recordou o legado de Sá Carneiro para dizer aos sociais-democratas para não terem «medo».

30
Set09

PEDRO SANTANA lOPES PEDE MAIORIA ABSOLUTA


Pedro Quartin Graça

Santana Lopes pediu, ontem, quarta-feira, aos lisboetas que lhe deêm a maioria absoluta nas eleições autárquicas. Para o candidato da coligação "Lisboa com Sentido" à Câmara Municipal de Lisboa esta é a única forma de poder governar "com eficácia". Uma maioria para a Câmara, outra para a Assembleia Municipal e, na mesma onda de objectivos, a presidência das 53 freguesias de Lisboa.

O candidato social-democrata da coligação "Lisboa com Sentido" (PSD, CDS-PP, MPT e PPM) não colocou a fasquia mais baixo e pediu condições para governar a cidade sem depender de um executivo que não o deixe pôr em prática a mão-cheia de projectos com que se apresenta ao eleitorado, de onde se destacam dois túneis. Na inauguração de uma exposição, em frente ao Palácio de Belém, com planos de obras de encher o olho, Santana Lopes disse ao que vinha: "Estamos a dizer o que queremos fazer e peço ao povo de Lisboa que nos dê a maioria absoluta na Câmara, na Assembleia Municipal e nas Assembleias de Freguesia, para podermos governar com eficácia", apelou, num discurso em que se referiu sempre a António Costa (PS) como "o candidato da outra lista" e a quem exigiu "seriedade" nas palavras. "Nunca uma gestão da Câmara Municipal foi tão obsessiva a fazer obras em climas de eleições", acusou Santana, reafirmando a intenção de manter o aeroporto da Portela, impedir a ampliação do Porto de Lisboa e colocar a Feira Popular na Bela Vista. Para o candidato a cidade tem sido gerida com base num "trabalho sem método e sem nexo".

30
Set09

Tanta demagogia devia pagar imposto...


Pedro Quartin Graça

O candidato socialista à Câmara de Lisboa, António Costa, acusou esta manhã Santana Lopes de dar prioridade à diversão, em detrimento do tratamento do cancro.

Reagindo às declarações de ontem do seu rival, que prometeu que, caso ganhe as eleições, instalará uma nova Feira Popular no Parque da Bela Vista, em Chelas – no terreno que o actual executivo reservou para o novo Instituto Português de Oncologia –, António Costa não esteve com rodeios: “Acho extraordinário que ele dê prioridade à diversão. Já a nossa prioridade é a defesa da saúde, permitindo a criação de instalações para tratar o cancro”, observou, naquela que foi a sua primeira acção de rua de campanha eleitoral.

Já Pedro Santana Lopes, à frente da coligação que reúne o PSD, o CDS-PP, o Partido da Terra (MPT) e o PPM, defende que a decisão de levar o Instituto Português de Oncologia para a Bela Vista é errada, já que a zona “muitas vezes é palco de várias sessões de animação, barulho e ruído”, como o festival Rock in Rio.

Para António Costa, a haver um parque de diversões moderno que substitua a Feira Popular ele deverá ficar na zona Norte do Parque das Nações, no Parque Tejo e Trancão, não em Lisboa mas no vizinho concelho de Loures. “Não vou investir dinheiro nele”, avisou. “Será um projecto de investimento. Hoje em dia já não há feirantes”. Também Santana defendeu que a câmara não deve “gastar um tostão” no projecto, que no seu entender deverá assentar numa concessão a privados.

O assunto foi abordado ontem no blogue de candidatura de António Costa (http://unirlisboa.blogs.sapo.pt). “Para quê cuidados de saúde quando podemos ter farturas e algodão doce?”, interroga um post intitulado “Oeiras que fique com o Instituto Português de Oncologia, nós queremos é circo, festa e diversão”. Referindo a “difícil negociação” de António Costa para impedir que o instituto fosse transferido para aquele concelho, usa um tom irónico para descrever a posição de Santana Lopes: “Nada de hospital, venham os carrosséis, o poço da morte a as montanhas russas”.

 

Não esperava, confesso, tamanha demagogia por parte de António Costa. Lamentável!

29
Set09

Com Pedro Santana Lopes a Feira Popular estará de volta a Lisboa


Pedro Quartin Graça

Pedro Santana Lopes anunciou hoje que, se ganhar a Câmara de Lisboa, instalará a nova Feira Popular junto ao Parque da Bela Vista, no terreno que o actual executivo destinou ao Instituto Português de Oncologia. Num jantar com taxistas em Lisboa, o cabeça-de-lista da coligação Lisboa com Sentido (PSD, CDS, MPT e PPM) afirmou que será uma Feira Popular "em que a Câmara não investirá um tostão", assente em "concessão a privados" e com "um caderno de encargos com um modelo de exploração".

Para Santana Lopes, instalar ali a Feira Popular "permitirá, por um lado, ter mais movimento, mais turismo, e por outro, dinamizar a melhorar a vida das pessoas que habitam naquela zona da cidade". O candidato social-democrata afirmou que querer ali instalar o Instituto Português de Oncologia é uma decisão "errada" e que não deve ser levado para um local "que muitas vezes é palco de várias sessões de animação, barulho e ruído", como o festival Rock in Rio Lisboa, que se realiza de dois em dois anos no Parque da Bela Vista. "O IPO, com cuja administração já me reuni, precisa é de obras de requalificação", afirmou Santana Lopes.

Falando para centenas de taxistas, acompanhados das famílias, Santana Lopes reiterou a vontade de fazer "obras que facilitem a vida às pessoas", apontando ao mesmo tempo "o caos em que está transformada a cidade de Lisboa" em termos de trânsito e mobilidade. Reformulação da circulação na Praça de Espanha, novos túneis rodoviários em Picoas/Saldanha e no campo Grande e uma solução para a falta de sanitários para os taxistas foram alguns dos compromissos que assumiu.

O candidato afirmou que o fim da festa da vitória socialista nas legislativas, com o secretário-geral, José Sócrates, a discursar perante os apoiantes com o candidato do PS a Lisboa, António Costa, ao lado, foi "um prenúncio da vitória que se começa a desenhar" para a coligação Lisboa com Sentido. Para Santana Lopes, o que Sócrates fez foi "levar pela mão António Costa para lhe tentar dar uma boleia para a vitória".

20
Mai09

Alguém devidamente identificado contactou-me por e-mail indignado com a minha supostamente desleal posição a respeito da coligação de direita para Lisboa. Confesso que não a tenho assumido de ânimo leve: independentemente da maior ou menor simpatia pelos circunstanciais protagonistas da minha ala politica, nunca deixei de ser pragmático e na hora H apoiá-los com mais ou menos convicção.
Desta vez a situação é bem diferente: Santana, na fossanguice de reeditar a imagem da mítica Aliança Democrática e “secar” a direita em Lisboa, com a sua costumada leviandade, tratou de convidar o PPM, hoje em dia um partido pária,  para a coligação. Acontece que bastará o mais desavisado cidadão ler e ouvir as recentes entrevistas que o seu líder e fadista tem dado à Comunicação Social para se perceber o tamanho da asneira: em todas elas o Sr. Câmara Pereira não perde uma oportunidade de afrontar ignobilmente  os monárquicos portugueses.
Como monárquico e militante do CDS ainda não perdi a esperança de ver esta equívoca e insólita situação devidamente ponderada e revista. Assim como sei que  Santana conquistou a câmara em 2001 por pouco mais de oitocentos votos de diferença, sei que na capital os monárquicos são muitos mais – só a Real Associação de Lisboa tem cerca de quatro mil membros.  E que haverá sempre um voto de refugio para quantos não penhoram os seus valores de lealdade por um prato de lentilhas.
Será com alguma amargura que verei confirmar-se o partido do Sr. Câmara Pereira na coligação por Lisboa: significará que os verdadeiros monárquicos lisboetas foram desprezados e que estarei a torcer contra a minha família politica. Finalmente, do ponto de vista meramente egoísta, resta-me a consolação de estar hoje recenseado na freguesia do Estoril onde a minha escolha será convicta e cristalina.
 

19
Mai09

A direcção da Real Associação de Lisboa deliberou por unanimidade manifestar o seu desagrado pela inclusão do P.P.M. na coligação que pretende fazer eleger o Dr. Pedro Santana Lopes presidente da autarquia lisboeta. Considera-se que os promotores dessa candidatura incorreram num grave equívoco ao atribuir a essa formação política representatividade no que diz respeito ao ideário monárquico.
 

Neste lamentável erro, justificado pela designação do partido, não cairão os verdadeiros monárquicos de Lisboa, conhecedores que são das motivações dos seus dirigentes e da sua actuação pública, claramente atentatórias dos valores e princípios que inspiram os monárquicos.
 

As consequências políticas que deste equívoco resultarem só poderão ser imputadas a quem, precipitadamente, patrocinou a entrada do P.P.M. na dita coligação.
 

A Direcção
Real Associação de Lisboa
19 de Maio de 2009

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