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Estrada dos bravos, blog dos livres

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24
Set09

Sondagem Legislativas - Barómetro Marktest - 40% das intenções de voto para o PS


Pedro Quartin Graça

O barómetro Marktest para a TSF e Diário Económico apresenta o PS a distanciar-se do PSD. O PS apresenta 40 por cento das intenções de voto, contra os 31,6 do PSD. Depois do empate do início deste mês, o Partido Socialista distancia-se agora dos Sociais Democratas, a quatro dias das eleições, com 40 por cento das intenções de voto, contra os 31,6 por cento do PSD. O Bloco de Esquerda regista uma queda de 7%, de 16 para 9 por cento, no entanto continua como a terceira força política. O CDS-PP, surge pela primeira vez em quarto lugar, com 8,2 por cento e a CDU sobe ligeiramente em relação ao início do mês e conta agora com 7,2 por cento das intenções de voto. Segundo este barómetro, o número de indecisos é de 37 por cento, sobretudo, no Litoral Centro e no Sul.

23
Set09

Sondagens Legislativas 2009: Outros, Brancos e nulos atingem 10% dos votantes


Pedro Quartin Graça

2 partidos/coligações extra-parlamentares podem conquistar pelo menos 1 deputado em Lisboa: O MEP e a FEH - Frente Ecologia e Humanismo (MPT-PH). Já o PCTP/MRPP, ainda que tenha uma expressiva votação no âmbito nacional, dificilmente alcançará em Lisboa uma votação bastante para eleger Garcia Pereira. Estes resultados resultam da sondagem da Intercampus de 12-15 Setembro que divulgou os seguintes resultados: PS 32,9% PSD: 29,7% BE: 12% CDU: 9,2% CDS-PP: 7%;OBN: 9,2%

02
Jul09

A maneira como o Partido Socialista desbaratou quatro anos de maioria absoluta prova que a questão da governabilidade do país não depende tanto da dimensão dessa maioria, mas antes do programa eleitoral em causa, da coesão do governo e da sua capacidade deste mobilizar o país para uma urgente mudança de rumo. Ou parafraseando o nosso José Mendonça da Cruz, há luz se mudarmos de túnel. Adorei esta frase!  

18
Abr09

 

Quando todo o meio político fala das Europeias de 2009, há quem já ande a preparar, faz vários meses, as Legislativas de 2009. Manuel Monteiro já não é presidente do PND (Nova Democracia), tendo passado o seu lugar a Maria Augusta Montes sua antiga secretária-geral. Após o último congresso, o PND parece ter mudado de estratégia, fez um refresh ao seu logótipo original e substitui a andorinha por um coração - mas mais importante do que isso, concertou esforços na região da Madeira, onde tem um deputado eleito na Assembleia Regional em lista prórpia e em Braga, onde Manuel Monteiro tem lutado diáriamente pela sua eleição como deputado nas Legislativas de 2009.

 

Se consultarmos o site do movimento "Missão Minho", que serve de plataforma a esta candidatura, vemos como Manuel Monteiro se tem empenhado nesta pré-campanha, com uma forte cobertura por parte dos media locais e com uma agenda de actividades que supera em muito qualquer dos outros partidos políticos presentes em Braga. Ao que parece, o ex-presidente do CDS/PP aposta em inventar uma espécie de círculo uninominal para o distrito de Braga, falando apenas dos problemas do distrito, visitanto cada cidade, aldeia e local do mesmo e apostando tudo na zona de onde é natural.

 

O PND foi, na minha modesta opinião, um projecto falhado que teve tudo para correr bem. Quando o PND nasceu tinha nomes, muitos deles bons, como o Jorge Ferreira, o Professor Adelino Maltez, o jurista Paulo Otero, entre outros. Conseguiu numa primeira fase ter protagonismo e actividade em zonas como a Madeira, Aveiro, Braga e Porto, no entanto, esqueceu-se de fazer uma forte aposta na capital - não nos podemos esquecer que o círculo eleitoral de Lisboa é por motivos óbvios o mais fácil para um pequeno partido conseguir benificiar do método das contablidades eleitorais e meter um deputado na Assembleia da República. Assim foi com a primeira representação parlamentar do Bloco de Esquerda, por exemplo.

 

Voltando à fundação do PND. Este partido tinha um líder com voz na imprensa, o que era um princípio base para o sucesso do mesmo e aparentemente tinha dinheiro, visto ter lançado uma interessante campanha de marketing e um razoável número de outdoors por várias cidades do páis. Também tinha um programa e tinha uma bandeira forte que mais nenhum partido português assumia com frontalidade: a alteração da Constituição da República Portuguesa. Então e o que é que falhou?

 

Falhou a aposta na comunicação, falhou a estratégia de divulgação deste novo projecto - no fundo, falhou a irreverência que era necessária para o seu sucesso. Essa irreverência foi tentada na Madeira e deu frutos, tardiamente foi trazida para as intercalares da CML e não produziu quaisquer resultados. Pensemos novamente na irreverência inicial do BE.

 

Monteiro é inteligente e tem experiência política, sabe que o PND se econtra em estado vegetativo. Qual a única opção? Conseguir de uma forma inteligente chegar ao parlamento, concentrando todos os esforços num único distrito, Braga. Chegando à A.R. ganhará novamente voz nos media e poderá tentar fazer oposição ao PS. Estando em Lisboa, conseguirá posteriormente relançar o partido para o resto do país. 

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