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Risco Contínuo

Estrada dos bravos, blog dos livres

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Estrada dos bravos, blog dos livres

05
Fev13

Lisboa merece uma candidatura autárquica independente


Pedro Quartin Graça

Com os eleitores cada vez mais descontentes com o monopólio partidário sobre a vida política, com tudo o que de negativo isso (e com muita pena o digo), representa em Portugal, os portugueses anseiam por projectos novos protagonizados por quem sabe agir fora dos habituais circuitos do poder. As próximas eleições autárquicas podem, na verdade, ser "um momento de viragem no regime de monopólio que os partidos têm exercido sobre a actividade política", como bem refere hoje Manuel Falcão no seu artigo publicado no jornal Metro.

Fartos de promessas não cumpridas e de um regime caduco, em que a irresponsabilização é a tónica sempre presente, os eleitores estão abertos a novas propostas e a novas caras descomprometidas com o status quo das últimas décadas.

O possível surgimento no Porto da candidatura de um independente, como é o caso de Rui Moreira, completamente fora das lógicas e dos aparelhos partidários, representa, neste âmbito, uma "lufada de ar fresco". Ao Porto soma-se Cascais e Oeiras, municípios onde as candidaturas independentes que se apresentarão a votos continuam a somar pontos.

Em Lisboa também pode e também deve ser assim. Isto, nomeadamente, para que muitos que não têm em quem votar mas que são alfacinhas conscientes e munícipes interessados na sua cidade, se possam sentir representados na hora de escolher os seus eleitos locais. Como também refere Manuel Falcão: "Se surgisse algum candidato independente com um discurso de ruptura com os interesses instalados e que pensasse no desenvolvimento da cidade e do seu bem estar, não hesitaria em lhe dar o meu apoio. Um candidato que não fosse politicamente correcto mas tivesse a coragem de melhorar a cidade teria o meu voto.
Não me apetece votar numa eleição que está condenada a ser uma peça da disputa nacional e interna dos partidos, com dois candidatos que encaram a cidade como um meio e não um fim - António Costa no PS e Fernando Seara no PSD e PP. Os lisboetas merecem melhor que isto."

Assino por baixo. Vamos à luta?

05
Out09

Votar no PS em Lisboa é votar numa cidade sem aeroporto


Pedro Quartin Graça

O candidato social-democrata à Câmara de Lisboa, Santana Lopes, afirmou hoje que votar no PS nas autárquicas é votar numa cidade sem aeroporto, uma possibilidade que está disposto a combater, mas "sem guerra" ao governo. Em declarações aos jornalistas em Alcochete, junto ao local onde será construído o novo aeroporto, o cabeça-de-lista da coligação Lisboa com Sentido (PSD, CDS-PP, MPT, PPM) afirmou que “qualquer lisboeta que se preze sabe que é mau Lisboa ficar sem aeroporto”. “Se fosse eleita a outra equipa [do PS], o cenário está traçado: concordância com a saída do aeroporto de Lisboa. É isso que os lisboetas têm que pensar e ponderar, ter isso bem presente na hora em que forem votar”, afirmou.

As consequências da desactivação da Portela, afirmou, far-se-iam sentir “na hotelaria, no comércio, na mobilidade, no dia-a-dia dos lisboetas, da cidade como um todo” e significariam “tirar emprego e investimento da cidade”. “Temos que nos revoltar”, defendeu, ressalvando que se for eleito, não faz tenções de “entrar em guerra com o governo” mas também não está disposto a transigir. Por isso, pediu votos para “dar força a esta posição, por causa das negociações que terá que haver com o governo que tomar posse”. O facto de as deslocações do novo aeroporto para o centro da cidade irem demorar “duas ou três vezes mais, quase bastaria para o sentido de voto não poder ser na equipa que dirige actualmente a Câmara”, disse. “Tenho a certeza que o aeroporto vai continuar em Lisboa se a câmara for firme nos próximos quatro anos.

Era o que faltava que Lisboa não tivesse direito a um aeroporto, mas se o governo insistisse, teríamos outros instrumentos, como a consulta directa à população”, declarou. Para Santana Lopes, é ponto de honra que os voos de curto e médio curso continuem a aterrar e levantar da Portela, e o candidato prometeu continuar a dizer “não” ao governo quanto à hipótese de o aeroporto acabar. Numa época em que a capital “tem perdido força, população, tem-se desvitalizado, o processo tem que ser ao contrário”, afirmou, reiterando que é preciso “enriquecer Lisboa, dar razões às pessoas para investirem”. Ao governo, recomendou “prudência”, sem “acelerar a construção” do novo aeroporto em Alcochete, que pode ir sendo construído por módulos. Afirmou que a Portela tem margem para expansão, ou para Camarate ou para a zona da base militar de Figo Maduro, por exemplo, sugeriu.

02
Out09

TVI diz que Costa está à frente de Pedro Santana Lopes


Pedro Quartin Graça

Na primeira sondagem pré-eleitoral realizada pela «TVI» tendo em vista a luta autárquica de Lisboa aponta para a vitória do actual presidente da câmara: António Costa. Santana Lopes já reagiu a esta projecção, afirmando que «deve ser verdadeira e corresponde à realidade das pessoas neste momento». No entanto, o candidato está confiante que está «no bom caminho» para recuperar e lembra que, «em 2001, também estava atrás» nas sondagens. Os resultados da projecção segundo a Projecção da Intercampus após voto em urna dão a António Costa 41,4%, deixando a coligação de Santana Lopes nos 33,1%. A CDU fica em terceiro lugar, com 10,4%, o Bloco não ultrapassa dos 8,3%.

30
Set09

Manuel Falcão classifica afirmação de António Costa sobre o IPO como «uma provocação que brinca com o valor da vida humana»


Pedro Quartin Graça

As declarações de António Costa continuam a dar que falar. Em resposta às mesmas, o candidato à presidência da Assembleia Municipal de Lisboa, Manuel Falcão considera «uma provocação que brinca com o valor da vida humana» a declaração de António Costa sobre o futuro do Instituto Português de Oncologia. «A nossa candidatura não entra em manobras baixas à custa do sofrimento alheio e repudia este tipo de atitude política», reforça o mesmo candidato. Ainda de acordo com Manuel Falcão: «depois de realizadas reuniões com a administração do IPO, Pedro Santana Lopes ficou com a certeza de que a renovação e ampliação das actuais instalações do IPO, ou a sua deslocação para outra zona da cidade, deverá cumprir critérios que coincidam com a melhor solução para a instituição e os seus utentes. Não só na cidade, mas em vários pontos do país. É baseado nessa convicção que agirá caso seja eleito, não favorecendo interesses que não têm a ver com a instituição médica nem com os doentes».

30
Set09

PEDRO SANTANA lOPES PEDE MAIORIA ABSOLUTA


Pedro Quartin Graça

Santana Lopes pediu, ontem, quarta-feira, aos lisboetas que lhe deêm a maioria absoluta nas eleições autárquicas. Para o candidato da coligação "Lisboa com Sentido" à Câmara Municipal de Lisboa esta é a única forma de poder governar "com eficácia". Uma maioria para a Câmara, outra para a Assembleia Municipal e, na mesma onda de objectivos, a presidência das 53 freguesias de Lisboa.

O candidato social-democrata da coligação "Lisboa com Sentido" (PSD, CDS-PP, MPT e PPM) não colocou a fasquia mais baixo e pediu condições para governar a cidade sem depender de um executivo que não o deixe pôr em prática a mão-cheia de projectos com que se apresenta ao eleitorado, de onde se destacam dois túneis. Na inauguração de uma exposição, em frente ao Palácio de Belém, com planos de obras de encher o olho, Santana Lopes disse ao que vinha: "Estamos a dizer o que queremos fazer e peço ao povo de Lisboa que nos dê a maioria absoluta na Câmara, na Assembleia Municipal e nas Assembleias de Freguesia, para podermos governar com eficácia", apelou, num discurso em que se referiu sempre a António Costa (PS) como "o candidato da outra lista" e a quem exigiu "seriedade" nas palavras. "Nunca uma gestão da Câmara Municipal foi tão obsessiva a fazer obras em climas de eleições", acusou Santana, reafirmando a intenção de manter o aeroporto da Portela, impedir a ampliação do Porto de Lisboa e colocar a Feira Popular na Bela Vista. Para o candidato a cidade tem sido gerida com base num "trabalho sem método e sem nexo".

30
Set09

Tanta demagogia devia pagar imposto...


Pedro Quartin Graça

O candidato socialista à Câmara de Lisboa, António Costa, acusou esta manhã Santana Lopes de dar prioridade à diversão, em detrimento do tratamento do cancro.

Reagindo às declarações de ontem do seu rival, que prometeu que, caso ganhe as eleições, instalará uma nova Feira Popular no Parque da Bela Vista, em Chelas – no terreno que o actual executivo reservou para o novo Instituto Português de Oncologia –, António Costa não esteve com rodeios: “Acho extraordinário que ele dê prioridade à diversão. Já a nossa prioridade é a defesa da saúde, permitindo a criação de instalações para tratar o cancro”, observou, naquela que foi a sua primeira acção de rua de campanha eleitoral.

Já Pedro Santana Lopes, à frente da coligação que reúne o PSD, o CDS-PP, o Partido da Terra (MPT) e o PPM, defende que a decisão de levar o Instituto Português de Oncologia para a Bela Vista é errada, já que a zona “muitas vezes é palco de várias sessões de animação, barulho e ruído”, como o festival Rock in Rio.

Para António Costa, a haver um parque de diversões moderno que substitua a Feira Popular ele deverá ficar na zona Norte do Parque das Nações, no Parque Tejo e Trancão, não em Lisboa mas no vizinho concelho de Loures. “Não vou investir dinheiro nele”, avisou. “Será um projecto de investimento. Hoje em dia já não há feirantes”. Também Santana defendeu que a câmara não deve “gastar um tostão” no projecto, que no seu entender deverá assentar numa concessão a privados.

O assunto foi abordado ontem no blogue de candidatura de António Costa (http://unirlisboa.blogs.sapo.pt). “Para quê cuidados de saúde quando podemos ter farturas e algodão doce?”, interroga um post intitulado “Oeiras que fique com o Instituto Português de Oncologia, nós queremos é circo, festa e diversão”. Referindo a “difícil negociação” de António Costa para impedir que o instituto fosse transferido para aquele concelho, usa um tom irónico para descrever a posição de Santana Lopes: “Nada de hospital, venham os carrosséis, o poço da morte a as montanhas russas”.

 

Não esperava, confesso, tamanha demagogia por parte de António Costa. Lamentável!

10
Ago09

A bandeira azul e branca de novo hasteada na Câmara de Lisboa


Pedro Quartin Graça

 

Foi um momento histórico e durou horas. Ademais trouxe 20.000 visitas aos nossos companheiros do "31 da Armada" que saudamos por, quase 100 anos após a implantação da República, terem trazido de novo para as ruas de Lisboa a verdadeira e única bandeira de Portugal. 

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