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Risco Contínuo

Estrada dos bravos, blog dos livres

Risco Contínuo

Estrada dos bravos, blog dos livres

04
Jun09

Ontem ao final da tarde na Bertrand Pacheco Pereira definiu bem aquilo que me atrai nos textos do João Gonçalves, por mais presunçosos ou irritantes que às vezes me possam parecer: germinam duma inteligência profundamente livre.  Isso faz muita diferença, neste asfixiante patiozinho de comadres e compadres em que vivemos.

11
Mai09

(...) Uma das coisas menos más quando o Porto é campeão é nós aqui em Lisboa nem os ouvirmos. Parece mesmo que nem houve título. (...) O certo é que, tirando a Avenida dos Aliados e os directos televisivos, ninguém ouve buzinadelas na maior parte do país. E isso é muito bom, acreditem.

A outra coisa muito boa é termos a certeza que o Benfica não ganha nada. (...)

 

Bernardo Pires de Lima no União de Facto -  já na barra lateral.

10
Mai09

O Mar Salgado perfaz “6 anos 6”. Onde é que eu tinha a cabeça em 2003? Para os fregueses tardios como eu aqueles arquivos são um achado!

O António Almeida festejou com foguetes o segundo aniversário do seu Direito de Opinião. Eu não podia faltar à festa.
Fabuloso este Mátria Minha de Eugénia de Vasconcelos ao qual cheguei via Tiago Ramalho - antes tarde do que nunca!
07
Mai09

 

Pedro Quartin Graça será apartir de hoje o novo elemento do Risco Contínuo. O Pedro é Jurista de Profissão, Professor universitário de vocação e político de coração. Vai partilhando os seus dias entre o plenário da Assembleia da República, onde é deputado independente  do Grupo Parlamentar do PSD, o ISCTE onde é professor e a sede do MPT - Partido da Terra, do qual foi recentemente eleito presidente. Actualmente é cabeça de lista do MPT/Libertas ao Parlamento Europeu - sendo provavelmente o único cabeça de lista ao PE frontalmente contra o Tratado de Lisboa. Antes do MPT teve no PPM, tendo a oportunidade única de ter acompanhado a campanha do MEC ao PE em 87 - guardando histórias que nunca me farto de ouvir.

 

O Pedro é Monárquico, Ecologista e Europeísta (no sentido patriota do termo, e não patarata - como diria o MEC).  Apontaria como a sua maior virtude o facto de manter sempre a elevação do debate político, o que terá a oportunidade de demonstrar aqui neste espaço. Como defeito apontaria apenas a aversão ao tabaco - que me parece transversal à maioria do partido que dirige.

 

Bons e muitos riscos é o meu mais sincero desejo.

21
Abr09

Desde hoje que este Risco Contínuo conta com mais um riscador, que na qualidade de amigo e admirador passo a apresentar. Dá pelo nome de Filipe de Arede Nunes, tem uma formação jurídica em fase crescente, pelo que tem andado a investigar a política do Estado Novo para a sua tese de mestrado em ciências histórico-jurídicas. Como profissional tem o emprego que a maioria dos bloguers gostariam de ter, é assistente convidado na Faculdade de Direito de Lisboa, abençoando umas cinco turmas com o brilhante conhecimento da História das Ideias Políticas. No entanto, diz que a sua paixão é o Direito Romano. Nesta faculdade foi em tempos dirigente associativo.

 

Escreve como poucos e até tem algum jeito para a sueca, embora a minha falta de modéstia me obrigue a revelar que já perdeu por 4 a 0 comigo (que ainda por cima tinha uma parceira mulher). É um admirador da literatura e espero que nos brinde aqui com as suas crónicas de crítica literária. Politicamente é tendencialmente laranja, tendo sido em tempos autarca, mas para o resto até tem bom gosto - note o estimado leitor que o Filipe veste gravatas Wesley - temo que mais cedo ou mais tarde estes dois dados se tornem incompatíveis.

 

Bons textos.

09
Mar09

Rui Castro, um rapaz ás direitas com quem eu tenho tido o privilegio de aprender e partilhar algumas causas, saiu de cena. Mas dizem-me fontes fidedignas que por boas razões: sei que poucas coisas são para o Rui mais estimulantes do que a confluência dos seus ideais com um bom desafio. Aguardemos, pois.
 

25
Fev09

"Os casos do BCP, do BPP e do BPN explicam-nos que donos de bancos há muitos. Banqueiros há poucos."

Rodrigo Moita de Deus, 31 da armada.

 

"Livre das garras das FARC. A ala mais ortodoxa do PCP acaba de engolir um elefante do tamanho do Nobel da Literatura."

Pedro Correia, no Delito de Opinião.

 

"Tão desinteressante a entrevista a António Costa no programa Discurso Directo conduzida por Ana Lourenço. Sem nenhuma pergunta difícil mas também sem nenhuma resposta interessante. Sobre o que fez em Lisboa pouco, sobre ambição para Lisboa menos ainda. Sobre o futuro nada... Curioso..."

António Prôa, no Câmara de Comuns

 

"Ontem ouvi Maria José Nogueira Pinto dizer que a crise económica e social, nomeadamente o desemprego, é a maior preocupação dos portugueses. O seu oponente no programa televisivo, um socialista cujo nome esqueci, concordava com ela. Como concorda grande parte da esquerda e da classe política em geral.E como concordo eu. Se há causa fracturante e sempre prioritária neste país é essa - a fractura de classe, a fractura da desigualdade. Agora agravada. Bem diferente é saltar dessa constatação para a conclusão de que as outras questões (you know what I mean…) não são prioritárias e vêm introduzir uma fractura no supostamente desejável consenso para ultrapassar a crise."

Miguel Vale de Almeida, no Os Tempos que Correm

 

"As figuras mediáticas do Ministério Público costumam justificar a sua ineficácia com a “falta de meios”. Admita-se que é verdade. Mas então essa justificação deveria “servir” para explicar a circunstância de não se atingir os objectivos globais previstos, mas não para desculpar o insucesso em processos concretos. Não foi até constituída uma equipa especial para investigar o caso Carolina/Pinto da Costa — com os resultados fantásticos que se conhecem?"

Miguel Abrantes, no Câmara Corporativa

 

"A brigada dos costumes ainda por aí anda ocasionalmente. Algo desfasada, uma vez que o nosso Courbet já foi polémico no século anterior ao último e há coisas muito mais giras e modernas para censurar na internet ou na caixinha demoníaca que temos na sala de estar há umas décadas."

Pedro Delgado Alves,  O País Relativo.

 

"Que o Deus dos cristãos me perdoe se blasfemo, mas rejubilo por ter chegado a Quaresma e haverem desfilado já pelas avenidas todos os clubes de samba, carros alegóricos e sorrisos de baquelite que havia para desfilarem pelas avenidas. Agradeço-Lhe por existir muito mais beleza na tristeza."

Rui Bebiano, A terceira noite.

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