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Risco Contínuo

Estrada dos bravos, blog dos livres

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17
Abr14

...


Fernando Sá Monteiro

 

IN MEMORIAM GABRIEL GARCIA MÁRQUEZ

 

“Um único minuto de reconciliação vale mais do que toda uma vida de amizade.”

“O segredo de uma velhice agradável consiste apenas na assinatura de um honroso pacto com a solidão.”

“A vida não é mais do que uma contínua sucessão de oportunidades para sobreviver.”

“E senti na garganta o nó górdio de todos os amores que puderam ter sido e que não foram.”

“É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem saber ver.”

“Quem sabe Deus queira que conheças muita gente enganada antes que conheças a pessoa adequada para que, quando no fim a conheças, saibas estar agradecido.”

“Nunca deixes de sorrir, nem mesmo quando estiver triste, porque nunca se sabe quem pode se apaixonar por teu sorriso.”

“Era inevitável: o cheiro das amêndoas amargas lhe lembrava sempre o destino dos amores contrariados..."

 

(Gabriel Garcia Márquez)

 

Não me compete anunciar a morte terrena de Gabriel Garcia Márquez. Não sou uma fonte noticiosa e muito menos estaria em condições, como parecerá óbvio, de dar a triste notícia em primeira mão.

Limito-me, pois, a homenagear um dos maiores vultos da Literatura do século XX (e não me limitarei a referir-me tão somente à literatura latino-americana, mas sem qualquer hesitação da Literatura Mundial).
Gabriel Garcia Márquez, conhecido como o “Gabo”, foi um dos pioneiros na criação do tipo literário chamado “realismo mágico“.
As suas novelas e histórias curtas – fusões entre a realidade e a fantasia – foram galardoadas com o Prémio Nobel de Literatura em 1982.
Quem conhece minimamente a obra de Garcia Márquez não precisarei eu (nem teria para tal competência suficiente) de a relembrar; quem a não conhece terá agora oportunidade de, na senda do habitual (lembrar ou conhecer alguém ilustre depois da sua morte), contentar a sua sede de saber lendo alguns dos seus muitos livros que as editoras não se cansarão de divulgar.
Da sua extensa obra apenas nomearei uma que me impressionou particularmente e que, não por acaso, é considerado um dos melhores livros de literatura latina jamais escritos: “Cem anos de solidão”.
Morreu Garcia Márquez; mas a sua obra ficará na memória de todos os que amam a literatura. Ela servirá também para uma reflexão acerca das vertentes filosóficas, educativas, sociais e mesmo políticas, às quais o escritor não se pôde manter alheado, muito menos se manteve do lado de fora dessa porta que se abre ou fecha aos gritos de desespero, desengano e desesperança da humanidade.

Requiescat in pace!

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