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Risco Contínuo

Estrada dos bravos, blog dos livres

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08
Set13

Apresentou-se em primeira mão no dia 4 de Setembro em Lisboa o "Global Competitiveness Report" 2013-14, onde se podem consultar as posições mundiais em matéria de condições para a competitividade. Ou seja, se um empreendedor estrangeiro cauto, que não conheça o nosso país, considerar investir em Portugal este é o primeiro documento que vai ler. E a conclusão provavelmente vais ser a desfavor dessa iniciativa, pois o nosso lugar, a 51ª posição, desfavorece-nos irremediavelmente.

Os problemas mais agudos são a dificuldade no acesso ao financiamento; a excessiva burocracia (Portugal é dos países onde os seus cidadãos demoram mais para conseguir cumprir as suas obrigações fiscais); o peso brutal da carga fiscal e a instabilidade política recente, agravada pela total descrença que os portugueses têm na sua classe política, nas instituições públicas, em geral, e na justiça em particular. O lugar favorável das nossas infraestruturas, sobretudo pela rede de estradas e o prestígio da nossa formação universitária não chegam para apagar o denegrido cartão-de-visita pelos problemas apontados em indicadores que são essenciais para que o país seja apelativo a investidores estrangeiros (e mesmo nacionais).

 

 

 

Precisamos ainda de aprender a cooperar e saber trabalhar melhor em conjunto, revela o relatório, bem como a saber passar da teoria à prática, com preocupação pelos RESULTADOS e não apenas em elaborar bonitos road-maps. Ainda de acordo com o mesmo documento, o país tem ainda que apostar na formação vocacional e as empresas (não só o Estado) têm que aumentar a formação que dão aos seus trabalhadores. Para não falar na taxa elevada de abandono escolar que tristemente nos caracteriza.

Cabe a todos, sector público, privado e social contribuir para melhorar o índice de competitividade do país. É um dever que nos cabe para melhorarmos as condições de vida em Portugal, não só no presente mas das gerações futuras. Melhorar a competitividade nacional é tirar muitos portugueses da pobreza.

Não é um capricho dos economistas é um dever da sociedade e dos governantes em particular. E há muito ainda a fazer, tal como mostra este relatório cujo link aqui fica para o poderem consultar em pormenor: 

 

http://www3.weforum.org/docs/WEF_GlobalCompetitivenessReport_2012-13.pdf

 

 

 

A tabela com os lugares no ranking, liderado pela Suíça:

 

 

 

 

 

 

 

 

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