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Risco Contínuo

Estrada dos bravos, blog dos livres

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Esparguete e auto-estradas

Alexandra Marques, 16.12.08

Na verdade, onde teriam ido os criativos publicitários buscar aquela ideia do casal idílico à mesa, olhando-se com apetite, com um abundante prato de esparguete à frente, (mas por mero acaso!) comendo o mesmo ramal de massa não até que a morte os separe, mas até que os lábios se unam ou um deles desista e cuspa "la pasta" antes do desenlace?!

 

Para os que como eu já entraram nos "enta" - de 40! - a cena é puro plágio. Bastou trocar a Dama e o Vagabundo - um divertido rafeiro e uma cadela de raça - por uma loira moça dengosa e um enternecido rapagão para haver publicidade descarada a uma auto-estrada em Trás-os-Montes. 

 

Desculpem lá, erámos pequeninos, mas lembramo-nos. A cena faz parte do nosso imaginário romântico e não se pode usurpá-la em nome de umas faixas de rodagem de alcatrão... e todos os protestos serão justos! Mas que raio querem eles dizer com aquilo?  Não serve a mesma imagem para quem se fala por telemóvel?! Ou seja quem está em contacto?! Já parece a da menina da bilha de gás cor-de-laranja que se bamboleava ao som de "That's amore!". Podem dizer-me quantos quilos pesa o produto anunciado? E já agora: a dita estrada inaugurada há dias: tem quantos quilómetros?

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