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Risco Contínuo

Estrada dos bravos, blog dos livres

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24
Jul09

Miguel Vale de Almeida candidato a deputado nas listas do Partido Socialista

 

Sem princípios, sem Política, Miguel Vale de Almeida escreveu em 25.07.2008:

Esta ausência de convicções - esta ausência de política com P grande - nota-se mais ainda quando Sócrates saca do argumento do pragmatismo e dos interesses de estado. Usa-o quando visita ditaduras e regimes quejandos, da China à Líbia, a Angola, ou quando recebe o presidente da Guiné Equatorial (acolhendo-o na CPLP). O pior é que nem se fica por aí: é comum elogiar os governos e líderes locais. Nada disto é “obrigatório” na diplomacia, nem em nome dos interesses económicos, e nem todos os líderes da sua área política o fazem. É assim, através desta curiosa pedagogia política, que um país inteiro vai tranquila e pragmaticamente encolhendo os ombros e repetindo os mesmos gestos de falta de princípios a todos os níveis do sistema, das autarquias às empresas e às famílias.  

 


O novo realismo socialista, por Miguel Vale de Almeida:
A cultura é um bocadinho a mesma: não interessa nada discutir e debater ou sequer saber o que se está a discutir e debater. O que interessa é avançar. Seja no “Tratado de Lisboa”, seja no Regime Jurídico das universidades. Se se levanta o dedo e se pede que haja debate e informação, já para não falar em referendos e democracia, a resposta é invariavelmente a acusação de “ideologia” e a defesa do “pragmatismo”. A cultura é um bocadinho a mesma porque o pessoal é um bocadinho o mesmo, o bolo também e dos apetites então nem se fala. São os novos pragmáticos anti-ideológicos, só que agora não são pundits de direita vendendo best-sellers. Agora são os socialistas. É o realismo socialista.


O novo realismo socialista, por Miguel Vale de Almeida:
A cultura é um bocadinho a mesma: não interessa nada discutir e debater ou sequer saber o que se está a discutir e debater. O que interessa é avançar. Seja no “Tratado de Lisboa”, seja no Regime Jurídico das universidades. Se se levanta o dedo e se pede que haja debate e informação, já para não falar em referendos e democracia, a resposta é invariavelmente a acusação de “ideologia” e a defesa do “pragmatismo”. A cultura é um bocadinho a mesma porque o pessoal é um bocadinho o mesmo, o bolo também e dos apetites então nem se fala. São os novos pragmáticos anti-ideológicos, só que agora não são pundits de direita vendendo best-sellers. Agora são os socialistas. É o realismo socialista.


Sobre os actuais deputados do PS, Miguel Vale de Almeida, em 7.10.2008:

Quais zombies políticos sem espinha, obedientes ao partido-empresa, perdidos num século XXI a que não pertencem, que descansem em paz. Se puderem. 

 

Ainda sobre os actuais deputados do PS, Miguel Vale de Almeida, em 10.10.2008:

Os acontecimentos de hoje confirmam outra velha suspeita: de que o verdadeiro problema do PS, enquanto partido-empresa-de-governação, é a maioria dos seus deputados serem pessoas sem qualquer pensamento político, sem ideologia, sem qualquer ligação “genética” à social-democracia.

 

 


 

 

 

Via Rui Castro no Sábado - Blog De Direita

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