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Risco Contínuo

Estrada dos bravos, blog dos livres

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Estrada dos bravos, blog dos livres

13
Abr09

Jornal O Diabo

 

“O Diabo” está diferente e ao mesmo tempo igual. Continua irreverente, provocatório, positivamente tendencioso e aos mesmo tempo independente, dando voz aos que não a têm nos media convencionais. A estrutura editorial está um pouco diferente, já não se vê tanta opinião e predominam as notícias – o mesmo é anunciado com poupa e circunstância numa pequena nota denominada “O Diabo no PREC”. Mantêm-se no entanto as habituais crónicas de Alberto João Jardim e de Soares Martinez, quanto a este último, parece não ter escrito no último número, mas pelo menos aparece na ficha técnica.


Como de costume não é possível encontrarmos, nas 24 páginas do semanário, uma única publicidade e continuamos a ler no cabeçalho da capa a referência à fundadora Vera Lagoa. Mas muito mudou naquele que já foi um dos jornais mais vendidos em Portugal e que ainda hoje pertence ao grupo VL, que detém outras publicações como “O Crime”.


A paginação agora é diferente, o logótipo foi estilizado e a capa bastante melhorada. A política nacional continua a dominar a maioria das páginas, mas temos novas secções, dedicadas à política internacional, à economia, à cultura, ao deporto e à blogosfera. O “velho” jornal dedica agora a penúltima página única e exclusivamente à blogosfera – como aliás também eu já o fiz no jornal Portal Lisboa e na Magazine Grande Informação. Ficam os meus parabéns, como bloguer, a esta iniciativa. Mas para o final do jornal, podemos ainda encontrar uma página dedicada ao mundo automóvel, escrita pelo Rogério Lopes, bloguer convicto e um grande conhecedor da área. Como se todas estas surpresas não bastassem, temos ainda uma zona de passatempos no jornal e por fim algumas zonas de “Zoom”, com destaque para fotografias que têm marcado a actualidade.


Numa altura em que a comunicação social tem sido bastante afectada pela crise nacional e internacional, em que o desemprego na área se tem tornado gritante e em que cada vez mais os grandes grupos editoriais continuam a dominar a maioria das publicações e restantes medias, torna-se urgente que continuem a existir projectos irreverente e independentes. É nas alturas de crise que ocorrem as maiores mudanças, muitas vezes para melhor, pelos vistos foi o que se passou com “O Diabo”. Ficam os meus mais sinceros desejos de sucesso para o José Esteves Pinto, para o João Naia, para o Rogério Lopes e restante redacção, com a certeza que continuarei todas as terças-feiras a contribuir com os meus 1,8 euros para a manutenção deste projecto – espero que os leitores do Risco Contínuo sigam o exemplo.

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