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Risco Contínuo

Estrada dos bravos, blog dos livres

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27
Jun13

Trabalhar menos e melhor

Duarte d´Araújo Mata

Têm-nos criado a ideia de que só trabalhando mais e recebendo menos é que o País se desenvolve e cresce...
Na verdade, estou cada vez mais convencido de que trabalhar menos horas terá um efeito positivo múltiplo em diversas áreas económicas e sociais.

Trabalhar menos horas significa, primeiro que tudo, permitir que mais gente trabalhe e assim diminuir o desemprego, sendo que trabalhar menos pode e deve significar trabalhar melhor, de forma mais eficiente.

Trabalhar menos horas deve obviamente sugerir uma correspondente redução salarial, com a vantagem de permitir que as pessoas escolham esta opção, até pela avaliação que façam do "valor" que a sua redução de tempo possa significar na sua redução de despesas. Trabalhar menos horas permitirá poupar dinheiro em vários dos serviços que suportamos apenas por trabalhar demais, entre eles o apoio às crianças e o apoio aos idosos. Hoje pagamos fortunas para que fiquem com os nossos filhos enquanto trabalhamos mais horas do que deviamos.
É curioso ter um Governo que supostamente se arroga defender os valores da família crie todas as condições para que as pessoas não tenham filhos e muito menos que sonhem poder dar apoio aos seus idosos. 

É perturbante que as medidas tomadas sejam exactamente no sentido contrário, ou seja, de aumentar o horário para as 40h no sector público para uniformizar com o sector privado quando deviamos era estar a discutir a forma de uniformizar os valores nas 35h semanais e abrir, desde já, o dossier das 30h semanais.

A greve de hoje aborda de forma genérica muitos problemas que têm sido causados por muitas das medidas deste Governo no mundo do trabalho. No meio de isto, será que é possivel discutirmos esta?

IMAGEM DE CAMPANHA BRASILEIRA, AQUI

27
Jun13

MEDICAMENTOS E DESVIOS

António Veríssimo

A falta de certos medicamentos nas farmácias (alguns de toma habitual e estritamente necessária para muitos doentes) continua a acontecer porque, sabe-se agora, há laboratórios que os não distribuem pelas farmácias já que os desviam para a exportação. Esperando que quem de direito aja em conformidade com esta política de certos laboratórios, os doentes vão desesperando enquanto esperam que o “seu” medicamento seja reposto na “sua” farmácia.

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