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Risco Contínuo

Estrada dos bravos, blog dos livres

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Estrada dos bravos, blog dos livres

18
Jan13

Prémio Reablitaxão / Xolução Criatiba / Arquitectura Xustentábel / Obra de Inginharia

Gastão de Brito e Silva

Para que todos aprendão a lixão (hic), esta obra merexe a noxa atenxão... irá xertamente xer galardoada com bários prémios de arquitectura (hic)... o inginheiro conxeguiu o impoxibel (hic), mantebe e muito vem a faxada orixinal e conxtróiu uma magnifica e criatiba regidênxia de arquitectura xuxtentábel bem no coraxão de Lisboa (hic), exta xidade que tanto amamos. O prexidente da CML e os demais bareadores xão os responxábeis por extas inixiatibas que tanto dimamijam os espaxos urbanos (hic), irão pexoalmente entregar os bários prémios conquixtados . Xerá que o inginheiro dechta empreitada também  xe formou na Independente?? (hic). Nem a pála do Pabilhão ficou tão vem pendurada, aprende como xe faz Xegadães Tabares...(hic)...(hic)...

Tv. José Fernandes - Ajuda

18
Jan13

A nossa Guerra Civil

Duarte d´Araújo Mata

Foto retirada AQUI

Para se chamar de "guerra civil", os números de mortos e feridos nas estradas, dentro e fora das cidades, já bastavam: Só em 2011 morreram 117 peões vítimas de atropelamentos. (ver aqui, pag. 23). São 117 pessoas que deixaram família, pais, irmãos, filhos, amigos. 117 pessoas não condutoras, apenas atropelados por veículos.  

Segundo dados provisórios da ANSR, em 2012 registaram-se 580 vítimas mortais, 2.033 feridos graves e 35.727 feridos ligeiros em acidentes de viação. Extrapolando para 2012 o número de peões vítimas em 2011, é fácil perceber que serão cerca de 20% do total de mortos. Uma barbaridade!

O mínimo que se exigia ao representante de uma Associação que representa os automobilistas (ACP) perante números desta Natureza era precaução e cautela nas palavras. Embora a grande parte do número de sócios do ACP tenha certamente a ver com o serviço de assistência em viagem, que é imagem de marca da referida instituição, e não pelas posições extremas assumidas pelo seu Presidente, falamos de centenas de mortos anuais e muitos milhares de feridos graves e ligeiros. É muito grave que, em nome destas associados, Carlos Barbosa desresponsabilize sistematicamente os automóveis e culpe peões e ciclistas. Bem sei que todos temos que cumprir "as regras" de tráfego, mesmo que as mesmas estejam só ajustadas à medida do automóvel, mas convicções como "Carlos Barbosa atribui aos peões a maior parte das culpas relativas aos atropelamentos porque se "atiram para as passadeiras" sem quaisquer cuidados "como se fosse um direito adquirido" (conferir AQUI), são, no mínimo, chocantes!

Os intervenientes devem, todos, assumir as suas responsabilidades. O representante dos "carros" prefere a trincheira da guerra e atribui as culpas dos atropelamentos aos outros, os peões! Chocante? Não, revoltante!

A propósito dos ciclistas, Carlos Barbosa tem um historial de oposição recorrente, por mais que a bicicleta seja cada vez mais vista como amiga das cidades e uma ferramenta de combate à crise. A última das quais, a propósito da Manifestação Nacional de amanhã sábado 19 de Janeiro, 15h, em vários pontos do País, contra os atropelamentos de ciclistas nas nossas estradas, Carlos Barbosa afirma hoje, nada mais, nada menos, que "os ciclistas vão para as estradas sem atenção ao ambiente automóvel e sem respeitarem as regras" e que "as autarquias não têm dinheiro para ciclovias e as cidades em Portugal não são indicadas para andar de bicicleta" (conferir AQUI).

Já é tempo de dizer "BASTA" aos atropelamentos de inocentes e já é tempo de dizer "BASTA" a este tipo de declarações ofensivas e que em nada dignificam a resolução dos problemas. Esta atitude primária de quem acha que os automóveis devem ter sempre mais espaço e os outros que se ajustem ao que sobra é inadmissível.

Para já, a nossa Guerra Civil irá continuar num ambiente de crispação. E é uma Guerra Civil sem sentido e em que não devia haver, como há, dois lados, porque na verdade somos todos peões. 

18
Jan13

Rabbit Season!

José Aníbal Marinho Gomes

Com o aproximar das eleições autárquicas começa a abertura a um novo período de caça. O primeiro a dar o tiro foi Carlos Carreiras (já antes Berta Cabral nas regionais Açorianas tinha feito o mesmo). Jaime Soares, autarca Vila Nova de Poiares, reconheceu ao Diário Económico que "estas são as eleições autárquicas que decorrem em pior ambiente político" e que muitos candidatos "terão muitas razões para não se valerem da imagem do Governo”. Mas contrariamente ao que possam pensar os candidatos autárquicos, os eleitores não são um bando de “pacóvios” e sabem distinguir entre aqueles candidatos que se sempre se distanciaram das políticas do governo, que foram muito poucos, daqueles que sempre defenderam o Governo e as suas políticas e que agora por uma questão de oportunidade eleitoral pretendem demarcar-se das mesmas.

No decurso desta campanha vai com certeza ser lembrada a controversa reforma administrativa e o fecho de tribunais e serviços nalguns concelhos. Convém não esquecer que o mandato dado pelos cidadãos nas últimas eleições autárquicas, não previa qualquer reorganização administrativa local, pelo que a mesma está a ser feita á revelia dos eleitores.

A lei de limitação de mandatos impede os autarcas de cumprirem mais de três mandatos consecutivos, como tal o PSD tem 82 autarcas em fim de mandato, alguns, verdadeiros “dinossauros”, difíceis de substituir internamente.

Vai chegar a maior renovação autárquica, pós 25 de Abril.

Quanto ao CDS, a expressão autárquica reduz-se a um único município, o de Ponte de Lima, cuja câmara deverá manter, por inércia dos partidos da oposição que ao longo dos anos nunca conseguiram apresentar candidatos com carisma e “peso” suficiente para defrontarem as diversas candidaturas que foram apresentadas pelos centristas.

Para além da “Rabbit Season” estamos perante uma “Revolution Season”!

 

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