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Risco Contínuo

Estrada dos bravos, blog dos livres

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Estrada dos bravos, blog dos livres

02
Out09

Situação preocupante...CDS perde novo candidato a Câmara Municipal

Pedro Quartin Graça

O CDS e os seus candidatos devem naturalmente estar preocupados. É que voltou a morrer um candidato autárquico deste partido, aumentando para dois as vítimas no espaço de uma semana. Depois do desaparecimento de Diogo Alvim, agora foi o candidato do CDS-PP à Câmara Municipal de Soure, Jorge Teixeira que morreu nesta sexta-feira nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), onde se encontrava internado desde a semana passada.

De acordo com fonte do CDS-PP, Jorge Teixeira, 52 anos, morreu cerca das 10:00 no Serviço de Medicina Intensiva dos HUC, onde estava a ser tratado desde sábado. O também líder da concelhia do CDS-PP de Soure, Coimbra, foi internado após várias complicações surgidas na sequência da realização de um exame urológico (PCRE). Jorge Teixeira apresentava, na quinta-feira, um prognóstico reservado, de acordo com fonte dos HUC.

 

27
Jul09

É para a Rua Direita, pela avenida da Liberdade, se faz favor

João Távora

Como se já tivesse pouca lenha para me queimar, a partir de hoje ditarei também umas sentenças na Rua Direita, um blogue de combate eleitoral do CDS que já aí consta na barra lateral. Confesso que a decisão não foi simples de tomar, pois a linha populista e uma perigosa obsessão pelo “arco da governação” da actual direcção do partido afastam-me daquela que um dia me pareceu uma hospitaleira casa de conservadores personalistas e democratas cristãos. No entanto ainda acredito que vale a pena batalhar pelas minhas convicções no CDS, partido ao qual me ligam laços afectivos e onde se encontram alguns dos meus bons Amigos. Além disso, um inveterado conservador como eu não muda de partido assim do pé para a mão. Não sem antes nele esgotar toda a esperança. 

28
Jun09

A não perder...

João Távora

 a desempoeirada entrevista a António Lobo Xavier por Maria João Avillez na edição de fim-de-semana do jornal i. Nela o político, uma das maiores promessas da politica nacional, anuncia para breve o seu retorno à politica activa. Quanto a mim ele é uma promissora reserva do CDS que alimenta as expectativas de muitos num futuro mais ambicioso para o partido de Amaro da Costa, Adriano Moreira e Francisco Lucas Pires. 

 

24
Jun09

Isto é só aqui a gente a falar... *

João Távora

Vamos ser claros, Duarte: tendo em conta a matriz do eleitorado do PSD, um novo partido deveria chegar-se à Direita desimpedindo o espaço ocupado pelos socialistas. Como tenho repetido aqui, uma bipolirização do espectro partidário seria uma oportunidade para a regeneração da democracia: urge um espaço unitário de direita. Considero que ao fim de mais de trinta anos de “centro” a Direita merece uma oportunidade, como a que esteve para acontecer antes da demanda totalitária do 11 de Março de 1975 interromper uma formidável dinâmica de vitória patenteada pelos PDC e CDS que equacionavam uma aliança. Desde aí que a Direita foi amaldiçoada e erradicada do mapa da nossa peculiar democracia.

E depois caro Duarte, não deves temer a "questão liberal": no caso português, em que o estado pesa mais de metade do PIB essa é uma questão patriótica. Sabemos o que quase quarenta anos de planificação "socialista" tem causado, por exemplo, na administração do território e no património arquitectónico: sempre em benefício duns quantos apaniguados patos bravos. Suspeito que de uma coisa o povo se vem apercebendo: o “centrão” não regula bem.

 

* infelizmente...

19
Jun09

Refundar a Direita

João Távora

Como já conversámos ontem ao jantar, caro Duarte Calvão, eu também refundava a Direita. As soluções actuais em torno do “centrão” estão gastas e estafadas: se bem me lembro, na última experiência governamental à direita, e perante as intenções reformistas manifestadas, o roído de fundo das corporações, dos sindicatos e comunicação social tornou-se ensurdecedor meia legislatura antes do que veio a suceder com José Sócrates, que não aproveitou o espaço que lhe foi dado. Assim, e tendo em conta a ingovernabilidade do país e o abismo para o qual caminhamos alegremente, eu considero que tarda o tempo de regenerar o sistema e da direita assumir finalmente uma face em Portugal. Uma coisa que passaria por juntar a direita Social Democrata com o CDS e quem mais se lhes quisesse aliar, liberais inclusive, num bloco unitário para a reabilitação da política portuguesa: o “centrão” está descredibilizado. De resto, caro Duarte, quanto "ao de César ou de Deus", não me parece que proteger os valores de defesa da vida e da família sejam opções unicamente religiosas. Para mais desconfio que a maioria dos portugueses tolera mal a libertinagem no ensino, as revoluções nos costumes, os histerismos fracturantes, e, last but not the least, identifica-se ou no mínimo respeita a Igreja Católica e a sua obra. Acredito que este seria um bom desafio para abandonares o teu “espaço de afecto”, pois que um projecto deste calibre, teria que ter denominação própria e novas estruturas.

19
Jun09

Um partido desperdiçado

Duarte Calvão

Escrevi  aqui há uns tempos um post sobre o CDS que foi visto por várias pessoas, entre as quais o nosso João Távora, como um pedido para a extinção do partido. Como estávamos em campanha para as europeias, com os ânimos quentes, não quis voltar ao assunto para não ser mal interpretado. Mas agora, tanto mais que o CDS já festejou a sua sobrevivência perante as sondagens e confirmou a sua posição como quinto partido português e último entre os que têm presença no Parlamento, esclareço que acho que ninguém, a não ser os seus militantes, tem direito de pedir a extinção de um partido, seja ele qual for, e eu próprio reajo mal quando vejo alguém que não é do PSD andar a dar sentenças sobre a sua vida interna.

Porém, reafirmo que considero um desperdício ver os bons quadros que o CDS tem andarem a gastar tempo e energia a tentarem distinguir-se do PSD, em nome de uma pureza ideológica que não possuem. É verdade que o CDS está mais próximo das posições da ortodoxia católica e que o PSD é mais "a César o que é de César e a Deus o que é de Deus", mas não me parece que os sociais-democratas sejam propriamente anti-clericais...

Ou seja, acho que o CDS e o PSD deveriam formar um só partido. Aliás, pertencem já à mesma família ideológica europeia, o PPE. Acho até que, mesmo que o PSD ganhasse as próximas legislativas por maioria absoluta (numa hipótese que não se vislumbra), deveria chamar o CDS, ou pelo menos alguns dos seus quadros, para o Governo. Eu sei que há muita gente no PSD que considera vantajoso ter um partido mais à direita, deixando os eleitores do "centro" ou mesmo do "centro esquerda" mais propensos a votar laranja, ou que o CDS capta certos votos "marginais" ao sistema de gente que considera os sociais-democratas perigosos esquerdistas, etc. Mas eu troco todas essas teorias por ter mais gente de qualidade num partido com acesso ao poder.

Para mim, os partidos são instrumentais, não são "espaços de afecto". O que interessa é que haja gente competente e séria para exercer o poder. Ver que o grande objectivo do CDS para as próximas legislativas é atingir os dois dígitos e derrotar as sondagens mais uma vez, parece-me pouco. Mas se já resolveram a questão da equidistância em relação ao PS e querem voltar ao Governo numa coligação com o PSD, porque não assumir de uma vez por todas que há muito mais a unir do que a dividir?

08
Jun09

A grande chapelada 5

João Távora

Uma vez mais tratou-se dum grande exagero a notícia da extinção do CDS, e por esse facto há que felicitar Nuno Melo e... Paulo Portas, apesar da direita dos valores em que me revejo possuir dificuldade em  identificar-se com o seu estilo populista. 
O facto é que nesta hora há que reconhecer o seu mérito: Paulo Portas conseguiu superar essa desconfiança à custa da sua proverbial  capacidade de trabalho que produz resultados na agenda política, desproporcionados à dimensão do partido.  Só me pergunto se isso chega para fazer crescer o partido: há em Portugal um eleitorado cristão conservador e humanista que, permanentemente ameaçado de orfandade partidária, triplica claramente o habitual meio milhão de votos do CDS. Tradicionalmente este eleitorado dá-se mal com aventureirismos liberais e fracturantes. Esse eleitorado só aguarda por um líder credível e carismático. E reparem como a valorosa Laurinda Alves anda por aí a desperdiçar energias.
 

12
Mai09

E quando estavas no governo Paulo?

João Gomes de Almeida

“Há uma certa esquerda com a cumplicidade dos que se calam que quando vê um sangue violento, armas ruidosas, em vez de verem um gangue perigoso imediatamente o transformam num conjunto de pessoas vítimas da crise”, disse Paulo Portas, sem nunca concretizar a que forças de esquerda se referia, no discurso de encerramento das jornadas do CDS, em Aveiro.

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