Sexta-feira, 11.05.12
Pedro Quartin Graça




Domingo, 06.05.12
Pedro Quartin Graça

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Nos anos 60, o britânico Brendon Grimshaw, concretizou um sonho excêntrico: por 8 mil libras (cerca de 10 mil euros), comprou uma ilha deserta nas Seychelles. Este Robinson Crusoe dos tempos modernos vive no local há 40 anos e o seu principal objetivo é proteger a vida selvagem e evitar que a ilha se transforme num empreendimento turístico. Agora com 86 anos, o ex-jornalista acorda todos os dias ao som das ondas do mar e do vento a abanar as palmeiras. Uma das suas principais ocupações é proteger a fauna e a flora da ilha Moyenne. Plantada em pleno Oceano Índico, a ilha era completamente selvagem quando Brendon se mudou para lá. E é assim que continua, ainda que tenha agora o toque do trabalho de um homem que a aproximou ainda mais da ideia de paraíso natural.

O jornalista da BBC Simon Reeve visitou o local e explica que, no meio de todas as ilhas das Seychelles compradas por milionários e colonizadas por grandes resorts de férias, Moyenne destaca-se pelo seu aspeto "selvagem" e "inabitado". Grimshaw reintroduziu espécies autóctones na ilha Brendon Grimshaw vive numa cabana de madeira, cercado por tartarugas gigantes que ele próprio ajudou a reintroduzir na ilha, depois de se tornarem uma espécie ameaçada. O único habitante da ilha desenhou-lhes números nas carapaças e deu nomes a algumas delas. No total, Brendon levou para a ilha mais de 100 tartarugas. O mesmo aconteceu com cerca de 2 mil pássaros de espécies raras, encorajados pelo britânico a nidificarem no local. Por fim, conta-se que terá plantado mais de 16 mil árvores, palmeiras e arbustos.

Brendon conheceu as Seychelles em meados dos anos 50. "Comecei a pensar em comprar uma propriedade quase no exacto momento em que aqui cheguei, mas não estava a conseguir encontrar o lugar certo", disse à BBC. Mas assim que ouviu falar de Moyenne e que pisou o solo da ilha, "soube que era o lugar certo". Jantou com o antigo proprietário e o acordo ficou estabelecido. Nos primeiros anos, com muito trabalho para ser feito na ilha, o novo habitante contratou um habitante local, Rene Lafortune.

Ambos conseguiram transformar a ilha. Plantaram árvores de fruto e vegetais e construíram um sistema de obtenção de água com as próprias mãos. Mais tarde chegaram os fios de eletricidade, o telefone e a água canalizada. "Mas não o estávamos a fazer para tornar o local num parque nacional ou algo assim", assegura Brendon, "estávamos apenas a torná-lo habitável". Britânico só se sentiu sozinho quando vivia em Londres Entretanto, Rene Lafortune faleceu e Brendon ficou com as suas tartarugas e alguns cães. Mas assegura que só se sentiu sozinho uma vez na vida. "Sim, apenas uma vez na vida - quando vivia no meu quarto em Londres. Era miserável nessa altura, mas nunca aqui", sublinha. Tem pena de nunca ter casado, mas nunca teve coragem de pedir a alguém que vivesse ali. "Não tivemos água canalizada durante anos", refere.

No entanto, a sua irmã Sandra veio viver com o seu marido para outra ilha das Seychelles, Mahe e, em 1981 o seu pai, viúvo, aceitou o convite de Brendon para viver com ele. "Para minha surpresa, mudou-se de Seaford para estar comigo quando tinha 88 anos", conta. "Passámos tempos maravilhosos juntos e tornamo-nos os melhores amigos". O pai, Raymon Grimshaw, acabou por falecer passados cinco anos e foi enterrado num local da ilha, junto do sítio que Brendon já reservou para si próprio. Príncipe saudita ofereceu cheque em branco para comprar a ilha Hoje, alguns turistas podem entrar na ilha por 10 libras (cerca de 12 euros) mas Brendon não permite que ninguém lá fique durante a noite. Um príncipe saudita ter-lhe-á oferecido um cheque em branco para comprar a ilha, tal como o tentaram outros visitantes endinheirados. Mas a última coisa que o proprietário pensa em fazer é vender o local. "A única razão que alguém pode ter para comprar esta ilha é construir um grande hotel", afirma. À BBC, o Ministro do Ambiente das Seychelles assegura: "Brendon é um Robinson Crusoe dos tempos modernos". "É um naturalista, um conservacionista e um árduo trabalhador", acrescenta.

Entretanto, a Ilha Moyenne adquiriu o estatuto de Parque Nacional, protegendo uma grande diversidade de vida selvagem, e tem por exemplo 40 espécies diferentes de palmeiras. A história de Brendon tem percorrido o mundo e até já foi feito um documentário sobre este herói dos tempos modernos.




Pedro Quartin Graça

O 'homem-jacto', Yves Rossy, conhecido pelo seu 'nome de guerra' Jetman, passou sobre o Rio de Janeiro num espectacular voo de 11 minutos a alta velocidade. O suíço, de 52 anos, saltou de um helicóptero sobre a Lagoa Rodrigo de Freitas e passou por cima de Ipanema, Copacabana, o Cristo Redentor e o Monte Pão de Açúcar.




Sábado, 05.05.12
Pedro Quartin Graça




Sábado, 21.04.12
Pedro Quartin Graça


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Sexta-feira, 20.04.12
Pedro Quartin Graça




Domingo, 15.04.12
Pedro Quartin Graça




Sexta-feira, 06.04.12
Pedro Quartin Graça




Sábado, 31.03.12
Pedro Quartin Graça




Quarta-feira, 28.03.12
Pedro Quartin Graça




Sexta-feira, 23.03.12
Pedro Quartin Graça

Malena Costa




Sábado, 17.03.12
Pedro Quartin Graça




Sexta-feira, 09.03.12
Pedro Quartin Graça




Terça-feira, 06.03.12
Pedro Quartin Graça


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Sexta-feira, 02.03.12
Pedro Quartin Graça




Sexta-feira, 24.02.12
Pedro Quartin Graça




Domingo, 19.02.12
Pedro Quartin Graça




Sábado, 18.02.12
Pedro Quartin Graça

No próximo dia 21 de Fevereiro, será inaugurado o monumento Sala Thai, excepcional honra concedida a Portugal pelo Reino da Tailândia. No âmbito da celebração dos 500 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, a Casa Real tailandesa será representada ao mais alto nível pela Princesa Maha Chakri Sirindhorn que no protocolo daquele Estado, substitui Sua Majestade o Rei Bhumibol Adulyadej.
As relações de Portugal com aquela potência asiática, situadas no quadro da viragem da política mundial que se vai centrando no âmbito das margens do Pacífico, revestem-se hoje de uma extrema importância, facto que o Palácio de Belém não poderá ignorar. Seria desejável a máxima representação do Estado naquela cerimónia que dentro de poucos dias decorrerá em Belém, mas existem informações absolutamente fidedignas acerca de mais uma não-presença presidencial naquele acto. A Chefia do Estado é antes do mais representativa e protocolar, assim se entendendo o seu alegado caracter supra-partidário e simbólico. Embora reconhecendo-se a quimera deste distanciamento numa forma de representação republicana cujos limites são bem conhecidos, a Presidência da República deveria esforçar-se por entender o peso de uma história que conta perto de um milénio. Marcando sempre posição em qualquer reunião empresarial ou do restrito mundo da plutocracia de elite, a Presidência da República tem ignominiosamente descurado os seus deveres protocolares, precisamente aqueles que não se compadecem com crises económicas ou apetites de sector, seja este político ou financeiro.
Sabemos que o Ministério dos Negócios Estrangeiros procedeu a diligências no sentido de proporcionar a máxima dignidade ao acto.  Quando do planeamento da visita da Princesa Sirindhorn, causa estranheza não ter sido prevista uma visita real à iniciativa mais relevante no âmbito das comemorações do V Centenário. Encontrando-se patente na Biblioteca Nacional de Lisboa a importante exposição documental alusiva às relações entre Portugal e a Tailândia, o Estado deveria ter incluído uma visita à mesma.
O Portugal de sempre estará representado nesta excepcional honra que o Reino da Tailândia presta ao seu mais antigo aliado europeu. Na pessoa de S.A.R. o Duque de Bragança, o sucessor do Rei D. Manuel I que há cinco séculos com o Rei Ramathiboti II iniciou as relações luso-siamesas, o nosso país em Belém terá o seu representante legítimo e livre de peias, temores ou más disposições de circunstância.
Pedro Quartin Graça
Miguel Castelo-Branco
Samuel de Paiva Pires
Nuno Castelo-Branco



Sexta-feira, 17.02.12
Pedro Quartin Graça




Sábado, 11.02.12
Pedro Quartin Graça




Sexta-feira, 10.02.12
Pedro Quartin Graça




Quinta-feira, 09.02.12
Pedro Quartin Graça

 

«És monárquico? És republicano?(... )Não to pergunto.  

  Pergunto-te apenas se és português acima de tudo».

Henrique Paiva Couceiro, , in Profissão de Fé, 1944

 

No próximo dia 11 de Fevereiro passarão 68 anos desde a morte de um homem que nunca desistiu de Portugal: Henrique Mitchell de Paiva Couceiro.

 

Numa altura de desalento e frustração nacional será bom evocar alguém que sempre colocou o serviço ao seu País antes de si próprio; o que ele acreditava ser o bem comum antes dos interesses pessoais.

 

Exaltado pelos seus correligionários, respeitado pelos seus adversários, Paiva Couceiro é um herói português. Muitos outros houveram, felizmente; mas ninguém como o grande comandante dedicou toda uma vida a apenas um objectivo: o direito de escolher. Monárquico convicto, íntimo de El-Rei D.Carlos, foi o último dos resistentes à revolução republicana e que não fora a uma ordem superior a que teve contrariado de obedecer (pois tratava-se de ir proteger a família real), o destino do 5 de Outubro poderia ter sido outro.

 

Caída a monarquia, Paiva Couceiro fez da sua vida a batalha pelo plebiscito: monarquia ou república, ele aceitaria com honra qualquer uma, desde que o povo português fosse ouvido.

 

Morreu abandonado por quase todos, amigos e inimigos, depois de dois exílios impostos por Salazar. Mas sem nunca abdicar do que acreditava. Sem nunca ter desistido de Portugal.

 

Mais de sessenta anos passados a luta ainda é a mesma. E iremos evocar o exemplo de Paiva Couceiro num almoço a ter lugar dia  11, às .13 horas na Adega do Norte(Praça do Norte, Encarnação, Olivais Norte. Telefone :218517206). Convidamos todos os que queiram estar presentes a juntarem-se a nós. Serão lido mensagens da família de Paiva Couceiro, do historiador Filipe Ribeiro de Menezes e do coronel Fernandes Henriques.

 

Afonso Lopes Vieira escreveu: « "É cedo para falar de Paiva Couceiro. Circunstâncias do tempo e da fortuna não deixariam dizer tôda a verdade acerca do heroísmo e da glória da sua vida - do seu martírio também. Por agora apenas pudemos sentir o luto espiritual em que êle nos deixou. E êsse luto provém da convicção, ao mesmo tempo heróica e angustiada, de que êle foi - o ULTIMO!".

 

Não é cedo – é agora. E enquanto o exemplo perdurar, nunca será o último. Pelo menos para aqueles que não querem desistir de Portugal.

 

 

Inscrições para restauraramonarquia@gmail.com. Preço único (ementa completa):13 euros. Devido à capacidade da sala o número de inscrições é limitado a 70 pessoas.

 

Prazo limite de inscrições: até às 13 horas do dia 10 de Fevereiro.

 

O evento no Facebook aqui.




Segunda-feira, 06.02.12
Pedro Quartin Graça


FUNDADORES, FILIADOS E ELEITOS DESFILIAM-SE DO PARTIDO DA TERRA - MPT


Os abaixo-assinados, fundadores, filiados e eleitos do Partido da Terra – MPT, informam os órgãos de comunicação social que formalizaram hoje a sua desfiliação daquele Partido em virtude de considerarem que o Partido da Terra, na sequência da realização do VIII Congresso Extraordinário de Novembro de 2011, se afastou de forma irremediável dos princípios, valores e prática política que presidiram à sua fundação. Os abaixo-assinados continuarão a desenvolver actividade política em benefício de Portugal e dos Portugueses, na defesa da ecologia política e do conjunto de princípios que sempre nortearam a sua intervenção em sociedade.

 

                                                                                                                                                                     Lisboa, 6 de Fevereiro de 2012

 

António Ferro – Coordenador Região Europa

 

António Veríssimo – Coordenador do Núcleo de Mira


Duarte Dias Barracas - Deputado Municipal em Odivelas


João Ferreira Dias – Distrital de Lisboa


José Aníbal Marinho Gomes – Conselheiro Nacional; Coordenador Distrital Viana do Castelo


Júlia-Miguel Bernardes – Coordenador Região Fora da Europa


Maria Belleza – Distrital de Lisboa


Maria Teresa Póvoas – Distrital de Lisboa


Pedro Quartin Graça - Ex-Presidente da Comissão Política Nacional




Sexta-feira, 03.02.12
Pedro Quartin Graça




Quarta-feira, 01.02.12
Pedro Quartin Graça

 

Vivemos dias dificeis. Todos o sabemos. Mas isso não serve nem chega. Se a  resignação é inútil,  a indignação sem objectivo não é um valor em si. É tempo de fazer. É tempo de escolher como fazer.

 

Fazer o diagnóstico das nossas fraquezas é fácil e não é mais do que reiterar o óbvio ululante. Dar uma esperança real é o mais dificil: perante o preocupante enfraquecer das estruturas democráticas; a visível delapidação dos valores morais na política; o estado caótico da nossa justiça e a sua aparente dependência das mais diversas forças de influência; e finalmente (e provavelmente o mais importante) uma ameaça de perda de soberania - os portugueses não têm razões para confiar no seu futuro.

 

Nós, cidadãos portugueses, com as mesmas preocupações com que todos vivemos, queremos dizer: há alternativa. Há soluções que contêm valores.  É isso que nos une. É isso que nos move. É isso que propomos.

 

Perante um regime em liberdade mas em que a verdadeira democracia está ausente, torna-se urgente uma chefia de Estado independente e supra-partidária. Isto só pode ser garantido, zelado e velado por um chefe de Estado eleito pela história. Alguém que, ao olhar para trás, perceba as pegadas históricas e que nos diga de onde viemos. Alguém que, ao olhar para a frente, veja uma continuidade e não uma ruptura episódica, ditada por interesses partidários presos apenas ao espírito do tempo. Alguém que una e não exclua. Um Chefe de Estado que esteja ao serviço da Nação e que não se sirva dela. Portugal precisa de uma Monarquia. Portugal precisa de um Rei.

 

Nós, democratas de sempre, apelamos a uma séria discussão em torno da nossa chefia de Estado. Apelamos a que exista uma mobilização da sociedade civil em torno do debate sobre o regime que, há uma centena de anos, foi imposto ao nosso povo pela lei das armas e precedido de um grave homicídio, que nunca foi julgado. Democratas de sempre, não aceitamos que uma chefia de Estado se legitime na espuma de dogmas passados e vontades impostas, em que ao povo português continue a ser negada a possibilidade de escolher um futuro possível e digno.   A razão democrática e a justiça histórica abona a favor dos nossos príncipios. Da nossa verdade.

 

Acreditamos que o Senhor D. Duarte de Bragança - único e legítimo pretendente ao trono português - poderá dignificar a chefia de Estado portuguesa. Pela história que representa e que nos une. Pela liberdade que garante a ausência total de facturas a qualquer eleitorado ou clientela.  

 

Nós, mulheres e homens livres, empenhados cidadãos portugueses, das mais diversas tendências políticas e partidárias, com os mais diversos credos religiosos, decidimos dar mais este passo para que esta esperança se realize. Acreditar que temos uma agenda ideológica seria negar a independência que nos junta em torno de uma chefia de Estado. Que  nos une pela diversidade e não pela opinião política. A política é uma coisa, o Rei é outra. Esta é a questão.

 

Portugal só poderá ser universal se as instituições mantiverem a credibilidade histórica.

 

Nós, monárquicos, portugueses e  democratas de sempre não desistimos de Portugal.  

 

Assinam:

 

Gonçalo Ribeiro Telles

Abel Silva Mota (advogado)

Aline Gallasch-Hall (docente universitária)

Ana Firmo Ferreira (publicitária)

António Pinto Coelho (empresário)

Filipe Ribeiro de Menezes (historiador)

João Gomes de Almeida (publicitário)

Ivan Roque Duarte (jurista)

Luís Coimbra (engenheiro)

Maria João Quintans (paleógrafa)

Miguel Esteves Cardoso (escritor e cronista)

Nuno Miguel Guedes (jornalista)

Paulo Tavares Cadete (gestor)

Pedro Ayres Magalhães (músico)

Pedro Ferreira da Costa (publicitário)

Pedro Policarpo (economista)

Pedro Quartin Graça (professor universitário)

Ricardo Gomes da Silva (empresário)

 

E-mail: restauraramonarquia@gmail.com




Terça-feira, 31.01.12
Pedro Quartin Graça

Fausto no seu melhor.




Segunda-feira, 30.01.12
Pedro Quartin Graça

Time is Nothing // Around The World Time Lapse from Kien Lam on Vimeo.




Pedro Quartin Graça


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Sexta-feira, 27.01.12
Pedro Quartin Graça




Pedro Quartin Graça




Quinta-feira, 26.01.12
Pedro Quartin Graça

Facebook, Google, AOL e outras redes começam a olhar com receio uma nova rede que surgiu apenas em inícios de Dezembro de 2011 e que, há dias, atingiu o meio milhão de membros: o WAZZUB.

Esta rede, de acordo com os seus responsáveis, será grátis sempre e tem como grande novidade o facto de não ter taxa de adesão, mensalidade, não se precisar de comprar ou vender seja o que for, não existir software para instalar, etc.

WAZZUB tem um conceito que várias vezes foi experimentado mas nunca foi concretizado antes, ou seja, nenhuma outra empresa oferece 50% dos seus lucros aos seus participantes gratuitos, na prática a quem a ajuda a construir, vivendo apenas de publicidade. Para aqueles que receiam que se trate de um esquema "ponzi" ou de pirâmide, WAZZUB responde que tal não é verdade já que os utentes não terão de gastar um único cêntimo. Ou seja, nunca será enganado. Assim, aparentemente, nada terá a perder se aderir, dizem os autores da iniciativa. Será o princípio do fim do domínio do Facebook? Ou apenas um esquema muitíssimo bem elaborado? De uma forma ou de outra, um assunto a acompanhar de forma muito séria.

 




Sábado, 21.01.12
Pedro Quartin Graça

Os Portugueses não perdoam ao Presidente da República as suas declarações de ontem. Cavaco é literalmente "arrasado" no seu mural do Facebook. Confira apenas alguns dos mais de 200 postados:

 




Sexta-feira, 20.01.12
Pedro Quartin Graça

Cavaco diz que as reformas dele não chegarão para pagar despesas

 

VOX POPULI

(retirado do sitio do Público na Internet)

 

Professor na reforma

Era melhor não responder senhor Presidente. 1.300 € com 40 anos de descontos como professor catedrático? As tabelas são públicas senhor PR. Optou pelas reformas porque eram superiores ao vencimento de PR. Esqueceu-se de dizer que era de professor catedrático, do Banco de Portugal e de 1º. ministro. Segundo o que veio apúblico e não foi desmentido são mais de 9.000 €. Porque será que querem esconder o que a lei lhe permite? Espero que algum jornalista tenha a coragem de confirmar este valor.

_______________________________________

Lamentável intervenção do Sr Presidente

É lamentável que o Sr Presidente diga que os 1300 euros mensais não cheguem para pagar as suas despesas. Ofende muito os Portugueses cujo rendimento mensal não é metade do que ele aufere, e, muito deles, com gastos em saúde que se tornam insurpotáveis. Não entendo muitas vezes as afirmações deste Senhor... Lamento muito.

_______________________________________

Por esta não estava à espera

Desde que tive idade para votar que sempre o fiz em Cavaco Silva, seja como cabeça de lista do PSD ou para Presidente da Republica. Continuou a considerar o melhor PM que tivemos e a ter a maior consideração pela acção politica dele, embora não concorde com tudo o que fez. Mas agora esta eu não estava à espera! Ele não se pode colocar na posição de cidadão e argumentar com os anos de descontos assim. Ele não é um cidadão comum. Ele tem um papel simbólico importantíssimo. Deve ser o exemplo e deve intervir sempre na perspectiva do país, não desta forma defensiva de pensionista em risco. Os 1.300€ podem ser pouco para as suas contribuições mas isso não interessa nada para aqui. Se ele não sabe a diferença entre um pensionista e o Presidente da Republica temos um problema muito sério. _______________________________________

Num país...

com gente inteligente, capaz, com espírito cívico e noção de estado, este senhor demitia-se imediatamente. Mas como vivemos em Portugal, destilamos um bocadinho nas caixas de comentários do Público e amanhã esquecemos tudo. Esta afirmação é vergonhosa. _______________________________________

A desvergonha de S. Exª o Snr Presidente de todos

A desvergonha deste senhor atinge as raias do insulto aos portugueses que sobrevivem com pouco mais de €200.Transcrevo aqui o comentário que inseri no JN: "Ora snr presidente, meta-se no que tem. É o que fazem todos os portugueses que estão a pagar a dívida que V. Exª, como 1º ministro, e os vários desgovernos PS/PSD contraíram. E V. Exª não se esqueça que foi no seu tempo de 1º ministro que se desmantelaram as pescas e a agricultura. E agora somos nós, classe média e classe média baixa, que estamos a pagar os desvarios dos desgovernantes. Pena de si? Nenhuma. Muita sorte tem V. Exª em o povo português ser um povo resignado que raia o masoquismo.




Pedro Quartin Graça




Sábado, 14.01.12
Pedro Quartin Graça




Sexta-feira, 13.01.12
Pedro Quartin Graça




Sábado, 07.01.12
Pedro Quartin Graça


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Sexta-feira, 06.01.12
Pedro Quartin Graça




Sexta-feira, 30.12.11
Pedro Quartin Graça




Quarta-feira, 28.12.11
Pedro Quartin Graça

Com uma adesão de 1 nova pessoa por cada 9 segundos(!), bate já aos pontos a fase inicial do Facebook, do Google, entre outras. Tudo isto se deve ao facto de os novos aderentes irem lucrar 1 dólar por pessoa por cada nova adesão, com ganhos em cadeia, ainda que, dizem os seus autores, não se trate de um esquema de "pirâmide", tudo de forma gratuita.

Trata-se da WAZZUB, em pré-lançamento a partir de 1 de Janeiro de 2012. A ser verdade, o que só se saberá na realidade a partir de 1 de Junho do próximo ano, veja todavia, e desde já, a potencialidade da nova rede usando esta calculadora disponível online.

Tem dúvidas sobre a popularidade imediata desta rede registada na Whois, ainda que apenas em fase de pré-lançamento? Não as tenha. É só consultar o ranking da ALEXA e ver os resultados. Impressionante. Um caso sério de marketing em 2012. Ou, a não se confirmarem as premissas, a maior fraude global do ano, destinada apenas a colectar milhões de e-mails de internautas crédulos.

 




_Autores
  • Pedro Quartin Graça
  • pedroquartingraca@gmail.com
  • Cláudia Borges
  • claudiaborges6187@sapo.pt
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